Quem, do infinito, longínquo breu Outro ser de incomparável sutileza Meio que mágica, é o que acontece Cada palavra com seu mistério velado Ainda que a noite termine, enfim
Se derrama em versos antigos e rimas novas
Que não seja alguém mais do que eu
Navegando feliz onde abundam as trovas
Que viaja pela noite em sonhos divinos
Captando do cosmo toda a beleza
Saltando entre estrelas antes dos sinos
Quando esse menino se pega brincando
Atravessando o dia até que anoitece
E vive entre vivendo e sonhando
É seu diamante, sua maior riqueza
E ele brinca, como se fosse alado
Tomado por um torpor de grandeza
Guarda o poeta a sua melhor rima
Para depois da tormenta, antes do fim
Ele seja exatamente o que ensina
There is a place where the reason don't mean at all. I get winds and I can fly above the rest of the mortal beings. It seems a big madness, and I think it can be so, and I go ahead, cause my time is now, my land is here, and my death was in the past. Come to me. Hold my hand. you became my partner, or be my enemy, I'll pray for you.
9.2.10
Trovas
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
0 comentários:
Post a Comment