Por que me afliges, perturbada criatura
Retendo-me em uma perigosa altura
Em madrugadas de insucessos morais
Quando me cumulas de impurezas tais
O que fiz para merecer teu desrespeito?
Mesmo que eu tente fazer tudo direito
Sempre me atacas com adagas verbais
Pois os teus argumentos são os maiorais
Agora nos lonjuras dos teus rincões
Ainda me incomodas com procupações
Que são tuas em horas inapropriadas
Mas que de mim estão desgarradas
There is a special place where we stop being who we are to simply move beyond our borders. That's where our dream becomes real and tangible, based on our experiences and feelings. Here is one such place. Soak your conscience and live by every word as if you had said the same.
2018-04-12
2018-04-05
Poema da Cela
Oh como são longas essas noites
E longínquos os meus pensamentos
Como ardem os algozes açoites
Fazendo perdurarem os tormentos
De viver sozinho nessa sufocante cela
Onde me encarcerou o sentimento
Desde que me dediquei a ela
Nunca desisti um só momento
Mas deixado fui com minha paixão
Que me consome noite e dia
E, sem descanso, esse coração
Ora sangra, ora vibra em alegria
Quando me toca sua lembrança
Ou me ignora seu esquecimento
Como se desvanece a esperança
E se perde esse precioso momento
E longínquos os meus pensamentos
Como ardem os algozes açoites
Fazendo perdurarem os tormentos
De viver sozinho nessa sufocante cela
Onde me encarcerou o sentimento
Desde que me dediquei a ela
Nunca desisti um só momento
Mas deixado fui com minha paixão
Que me consome noite e dia
E, sem descanso, esse coração
Ora sangra, ora vibra em alegria
Quando me toca sua lembrança
Ou me ignora seu esquecimento
Como se desvanece a esperança
E se perde esse precioso momento
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